terça-feira, 17 de maio de 2011

THE END da inocência

É muito ruim quando se percebe a linha divisória entre a infância e o mundo real...mas me pergunto porque o mundo sujo e mesquinho que conhecemos é o real e o mundo imaginário infantil onde tudo é possível é a fantasia?  Quem disse isso? Quem estabeleceu estas regras ``absolutas e inquebráveis?`` Porque amamos as coisas e usamos as pessoas ( Bob marley) ? Bom já que toquei no assunto de amor, fiz uma grande descoberta estes dias...amar o próximo é fácil, difícil é amarmos a nós mesmos. Eu fui reprovado pela 4° vez no exame de direção veicular (todas em baliza por sinal), foi ai que percebi que meu maior inimigo sou eu mesmo, com meu nervosismo e medos irreais, foi ai que comecei a refleti sobre o assunto. A verdade é que é muito mais difícil perdoar e aceitar os erros próprios  e nesta labuta interna de tentar se aceitar e na busca de ser o que se quer ser, projetamos nossas críticas, medos e sonhos nas outras pessoas...caraca, que coisa mais bizarra mas acredito que é verdade. Estamos sempre buscando e exigindo dos outros o que falta em nós mesmos ou gostaríamos que tivéssemos dentro ( e fora) de nós.
 Talvez todo mundo ja saiba disto e Freud ja tenha dissertado sobre o assunto e escrito uns 4 volumes de 5  exemplares sobre o tema. Espero que eu esteja errado porque se eu estiver certo me sobre cai outra questão...E PORQUE NUNCA FIZERAM NADA A RESPEITO???? Porque ainda não criaram  pílulas anti-autocríticas que minimizem os sintomas de auto mutilação cognitiva, astenia fantasiosa, fobias sociais e que tenham como efeito colateral a aceitação afetiva e impulsiva de uma  forma individualizada e subseqüente social?
  Bom, como ja disse estas foram percepções minhas e se você não se identifica com estas questões, então ou você vive em outro mundo, ou esta em um estado de indiferença e ignorância interna, ou pode ser que eu esteja viajando bastante dentro de uma espécie de manicômio particular, entre estas, a opção do manicômio me conforta mais.

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